A questão do símbolo
A primeira coisa que os alfabetizandos precisam saber “é o que representam aqueles risquinhos pretos em uma página branca” que parecem não oferecer dificuldade a quem já incorporou a noção, e que sendo estes risquinhos no papel símbolos dos sons da fala, é “necessário entender o que é um símbolo”.
Na matemática, a representação das operações se faz sobretudo através de símbolos – números, sinais – o que torna a linguagem matemática abstrata.
Trabalhar a questão dos signos na escola seria essencial para que os alunos compreendessem que o numeral 2, por exemplo, está em lugar da quantidade b b, representa a quantidade na escrita matemática, criado através de uma convenção, a partir da necessidade social.
Antes de se iniciar o processo de alfabetização, deve-se mostrar à criança diversos símbolos: “Cor vermelha, no sinal de trânsito, simboliza a instrução Pare. A cor verde simboliza a instrução Ande. O dedo polegar voltado para cima simboliza a informação Tudo bem.” e outros símbolos de uso comum no cotidiano da criança, porque “uma criança que ainda não consiga compreender o que seja uma relação simbólica entre dois objetos não conseguirá aprender a ler.
E com a matemática acontece a mesma coisa, é necessário a noção de símbolos para apropriar-se dos conceitos matemáticos.
Postado por glaucerossi@terra.com.br
Letramento e alfabetização em Matemática
Ao entrar para a escola, a criança está inserida socialmente no mundo e convive com uma cultura própria de seu grupo de pertencimento. Muitas das competências matemáticas iniciais já estão internalizadas por ela, muito embora seja um conhecimento não-sistematizado.
O aluno utiliza a matemática no seu cotidiano e a utiliza com acertos, mas a escola não sabe valorizar o conhecimento matemático que essa criança adquiriu ao longo de sua vivência no mundo. Exemplo disso é o trato com números de telefone, de números das casas da rua onde mora, compras que fazem, jogos em que contam, adicionam, subtraem e dão resultados, eventuais coleções de figurinhas e outros jogos que fazem parte das brincadeiras no cotidiano das crianças.
A Matemática, a exemplo da Língua Materna, é uma prática social, uma ferramenta de interação com o mundo, da qual a criança se utiliza em muitos momentos de sua vida e que, portanto já está em parte construída quando ela chega à escola para ser alfabetizada. Reconhecer estes conhecimentos prévios, levando o aluno a perceber que, da mesma forma como ele fala a Língua Materna, também “fala” e usa a Matemática e o que ele vai aprender no espaço escolar já está, de certa forma, elaborado.
E este é um grande desafio para o professor alfabetizador: equacionar o conhecimento matemático cotidiano da criança ao conhecimento matemático formal do aluno, tornando a aprendizagem significativa.
É possível acrescentar conceitos matemáticos aos já construídos pelos alunos na sua relação com o mundo e as pessoas. Vários conceitos da Matemática são utilizados no dia-a-dia da criança e seria natural que a escola apropriasse destes conhecimentos para construir o conhecimento escolar, sem desprestigiar a matemática existente, resultante da prática social do aluno.
Para tanto, o professor deve estar apto a desenvolver ações que levem o seu aluno a pensar, raciocinar sobre o objeto de conhecimento, elaborar, reelaborar, analogizar, para que a sua inserção no mundo ocorra para o desenvolvimento da cidadania.
"O professor não ensina, mas arranja modos de a própria criança descobrir.
Cria situações-problemas."
Jean Piaget
Postado por glaucerossi@terra.com.br
RETIRADO DO SITE: http://diariodaprofaglauce.blogspot.com/
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Níveis de aquisição da escrita
As fases de aquisição da escrita, segundo Emília Ferreiro, são:
1) fase pré-silábica
2) fase silábica
3) fase silábica-alfabética
4) fase alfabética
Cada fase com suas características:
1) Fase pré – silábica
- Sabe que a escrita é uma forma de representação;
- Pode usar letras ou pseudoletras, garatujas, números;
- Não compreende que a escrita é a representação da fala;
- Organiza as letras em quantidade ( mínimo e máximo de letras para ler);
- Vai direto para o significado, sem passar para sonora;
- Variação de letras – ALSI (elefante);
- Relaciona o tamanho da palavra com o tamanho do objeto (Realismo Nominal).
2) Fase silábica
A) Sem valor sonoro:
- Ainda não faz relação com o som com a grafia.
- Usa uma letra para representar cada sílaba, sem se preocupar com o valor sonoro.
Exemplos:
BOLA __PT
CAVALO___BUP
B) Com valor sonoro:
- A escrita representa a fala;
- Percebe a relação de som com a grafia;
- Escreve uma letra para cada sílaba.
Exs.:
BOLA____OA ( valor sonoro só nas vogais )
BOLA____BL ( só usa consoantes )
3) Fase silábica-alfabética
- Apresenta a escrita algumas vezes com sílabas completas e outras incompletas;
- Alterna escrita silábica com alfabética.
Exs.:
CAVALO_____CVLU
TOMATE_____TOMT
4) Fase alfabética
- Faz a correspondência entre fonemas (som) e grafemas (letras);
- Escreve como fala.
Exs.:
CAVALO _______KAVALU
TOMATE_______ TUMATI
"... A minha contribuição foi encontrar uma explicação segundo a qual, por trás da mão que pega o lápis, dos olhos que olham, dos ouvidos que escutam, há uma criança que pensa"
(Emília Ferreiro)
retirado do site: http://diariodaprofaglauce.blogspot.com/2008/07/nveis-de-aquisio-da-escrita.html
1) fase pré-silábica
2) fase silábica
3) fase silábica-alfabética
4) fase alfabética
Cada fase com suas características:
1) Fase pré – silábica
- Sabe que a escrita é uma forma de representação;
- Pode usar letras ou pseudoletras, garatujas, números;
- Não compreende que a escrita é a representação da fala;
- Organiza as letras em quantidade ( mínimo e máximo de letras para ler);
- Vai direto para o significado, sem passar para sonora;
- Variação de letras – ALSI (elefante);
- Relaciona o tamanho da palavra com o tamanho do objeto (Realismo Nominal).
2) Fase silábica
A) Sem valor sonoro:
- Ainda não faz relação com o som com a grafia.
- Usa uma letra para representar cada sílaba, sem se preocupar com o valor sonoro.
Exemplos:
BOLA __PT
CAVALO___BUP
B) Com valor sonoro:
- A escrita representa a fala;
- Percebe a relação de som com a grafia;
- Escreve uma letra para cada sílaba.
Exs.:
BOLA____OA ( valor sonoro só nas vogais )
BOLA____BL ( só usa consoantes )
3) Fase silábica-alfabética
- Apresenta a escrita algumas vezes com sílabas completas e outras incompletas;
- Alterna escrita silábica com alfabética.
Exs.:
CAVALO_____CVLU
TOMATE_____TOMT
4) Fase alfabética
- Faz a correspondência entre fonemas (som) e grafemas (letras);
- Escreve como fala.
Exs.:
CAVALO _______KAVALU
TOMATE_______ TUMATI
"... A minha contribuição foi encontrar uma explicação segundo a qual, por trás da mão que pega o lápis, dos olhos que olham, dos ouvidos que escutam, há uma criança que pensa"
(Emília Ferreiro)
retirado do site: http://diariodaprofaglauce.blogspot.com/2008/07/nveis-de-aquisio-da-escrita.html
quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Olhem os endereços de links abaixo e verão como a tecnologia anda ajudando o professor na sala de aula:(copiem e colem em seus navegadores)
* http://conectar.blogspot.com
* http://favori.to/mensagens,0,disney.htm (site de giffs)
* http://picasaweb.google.com/rosemar.gonzaga
* http://picasaweb.google.it/babysandy.msn
abraços e até a próxima
terça-feira, 5 de agosto de 2008
BULLYING

É TRISTE DEMAIS FALAR SOBRE ESTE ASSUNTO, MAS É UM MAL NECESSÁRIO....
CRIANÇAS, ADOLESCENTES E ATÉ MESMO OS PROFESSORES SOBRE COM O BULLYING TODOS OS DIAS.
MAS, O QUE É BULLYING? Bullying é o nome dado a todos os atos de agressão, de brincadeiras de mau gosto, de perseguições, de discriminação, de violência, etc dentro da escola.. Nos dias de hoje é considerado também bullying, todos estes eventos dentro da internet, o chamado CYBERBULLYING..
As consequencias para quem sofre o bullying são terríveis, podemos citar desde a depressão até mesmo suicidio ou assassinatos dos agressores.
Por isso, se nós professores, que ainda acreditamos em mundo melhor não fizermos nada, não educarmos nossos alunos na escola e prestarmos atenção nas vítimas (nas cianças que embaixo de nossos olhos estão sofrendo) pode ser tarde demais depois...
Vamos observar os mais tímidos, os mais falantes, as panelinhas de meninas e meninos formdas na hora do recreio, descobrir o que causa a indisciplina de uma aluno ou a dor de barriga inesperada.....Vamos ficar de olho e conversar com pais, coordenadores e verificar se as descobertas são o inicio do bullying em nossa escola, e se for vamos eliminá-lo pela raiz de nossa sala de aula........
Obrigada
VIDA
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